MEDO DE RATO

Ô MAURÃO,

LEMBRA, NO INÍCIO DOS ANOS 90, QUANDO ESTÁVAMOS NA FAZENDA, DEPOIS DE “ALGUMAS CUM LIMÃO”, QUANDO
FOMOS DORMIR (LÓGICO, VOCÊ COM ADLA, EU COM JANE), NO MEIO DA NOITE, VOCÊ NÃO ESTAVA CONSEGUINDO
DORMIR PORQUE ESTAVA COM MEDO DE RATOS, QUE VOCÊ FICAVA VENDO ANDANDO NO TELHADO?!!

QUANTO TEMPOO… ACABOU O MEDO?…… HAHAHAHA

UM GRANDE ABRAÇO,

VANDER ELEUTERIO

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NOSSAS LUIZAS

Cartao

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DICIONÁRIO DO MÓ

DICIONÁRIO DO MÓ

Que flagelo, heim, gente? ==> que problema, que sofrimento, que desdita (sendo esta última falada com bastante frequência, no seu dia-a-dia).

Uai, vaaaaaaaapo! ==> interjeição que indica surpresa, exagero, incredulidade. Geralmente proferida com os olhos arregalados e as sobrancelhas muito erguidas.

Difrusso catarral ==> seria a variante linguística para a expressão que a Tututa usava sempre: defluxo catarral, referindo-se a gripe, peito cheio, catarro. Ganhou significado ampliado para qualquer tipo de corrimento nasal, bucal, oftálmico ou mesmo meros espirros. Intensamente utilizado no dia-a-dia.

Desasnou demais ==> deixou de ser bobo. Embora não pareça, é um elogio! Quando ele diz “fulano desasnou” significa uma surpresa (uai, vaaaapo!) positiva em relação a alguém de quem não esperava nada!

Vorta-cá-ca-fuinha ==> traz de volta, devolve, me dê isso aí – ou simplesmente volta aqui. Reza a lenda que a origem da expressão deu-se quando o Geraldinho, irmão da Angélica, foi à nossa casa e, conversando, conversando, pegou uma folhinha nova (calendário) que estava em cima da mesa e ficou pegando, enrolando aquilo, inadvertidamente. E o Mó de olho. Na hora de ir embora, distraído, lá ia o sujeito levando a folhinha com ele, sem querer mesmo. Daí veio a imediata repreensão: “Ah não, Gerardo, vorta cá ca fuiinha, Gerardo.” De eficácia comprovada, a expressão pegou!

É comê e a cueca inchê ==> uai, precisa explicar? Dor de barriga, né? Incompreensivelmente, é utilizada para ambos os sexos, homens e mulheres, seja qual for a qualidade das peças de baixo.

A carcinha foi pará no carcanhá ==> essa já é específica do gênero feminino: referência direta ao assanhamento de alguma moçoila.

Contagem, Retiro de Contagem, Neves, Contra Neves, Santa Luzia, Divinópolis ==> citação das cidades onde a Tututa deu aula, sendo que Contra Neves é por conta dele, porque esse lugar, evidentemente, não existe.

Isso me ama!!! ==> essa é a forma carinhosa de declarar amor à Adla! Não é romântico?

Descontramentério ==> um misto de contrariedade e descontentamento, quiçá com o objetivo de enfatizar o desgosto. Não se sabe se há também referência subjetiva a algum cemitério.

Quem falou que almoçar tira o apetite? ==> uma das suas frases filosóficas de maior profundidade, geralmente proferida quando alguém à mesa fala que não pode comer mais, tá satisfeito. Significado oposto à expressão “é comê e a cueca inchê”, porque indica certo descontramentério com o ato de parar de comer.

Minha boca tá um felllll ==> (com o “L” pronunciado à exaustão) foi assim que ele descreveu uma cena do filme do seu próprio casamento em que, em pleno altar, ele tira um lenço da “argibeira” e limpa muito a boca. Foi ampliado para toda situação de aperto, aflição, ansiedade, quando a boca seca e amarga. Um clássico!

Vou comer só esse ristinho ==> com a panela ou a travessa quase cheia na mão, tem o poder de fazer os demais comensais ficarem espertos, porque a partir dali não vai sobrar mais nada.

Esse negócio tá ruim não ==> também utilizada como um elogio, apesar do enfoque aparentemente negativo (sutil, não?). Mais comumente relacionado a alguma iguaria, justificando a repetição e a trepetição.

E o “faz-me rir”? Refere-se a dinheiro – geralmente sinalizando escassez, falta, aperto financeiro ou alguma expectativa de melhoria na arrecadação! Aliás, arrecadação é outra palavra do seu vocabulário corriqueiro, usualmente acompanhada de um gesto característico: as duas mãos esticadas e juntas, em rápido movimento ascendente.

É um zinabro doido ==> zinabro por azinhavre, aquele esverdeado que pega no metal e “suja” ele. Refere-se a coisas nojentas, podres, imundas, mal-cheirosas, de toda espécie, cor, cheiro, consistência e gênero.

Pra dentroafora ==> adentrar algum lugar de forma decidida, firme, rápida ou sem pedir licença.

Inhanho ==> sinônimo de “em tempo de”. Fulano tá “inhanho” de tomar bomba, por exemplo. Ou “inhanho” de perder o voo. A gente tava inhanho de esquecer dessa, hein? Que aliás deve ter vindo direto do dicionário do nosso saudoso tio Jesus.

Quandefé, buff!! ==> de repente, inesperadamente, de surpresa.

Cardavêra ==> parte líquida de algum acepipe, caldo, molho. Também é usado para designar líquidos de natureza diversa, inclusive nojentos.

Dor na cacunda ==> essa é fácil, né?

Aluir ==> conseguir, conquistar, alcançar, dar certo… “Fulano aluiu, gente?!!” significa: deu certo lá?

Vocábulos exclusivos de diálogos com a Lelé, cujos significados (diretos e subliminares) só os dois têm ciência. Só se sabe que têm o poder imediato de disparar risadas nos dois interlocutores:

Noite inolvidável
Robe de chambre
Duchas escocesas

E ainda tem aquele refrão (igualmente de uso no âmbito lelezal), cantado com timbre de barítono e caprichando no semitom: “existem praias tão lindas, cheias de luz….”

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A QUEM INTERESSAR POSSA

Mauro,

……Poderia começar esta mensagem com “A quem interessar possa”, pois o que penso e tenho a falar a seu respeito não é surpresa ou segredo para ninguém.
Tenho a alegria e o prazer de conhecê-lo há mais de 20 anos e posso afirmar que você me encantou.

Uma pessoa alegre, íntegra, profissional, sincera, amiga e acima de tudo honesta (qualidade que deveria ser uma obrigação ou natural, mas nos homens de hoje passou a ser uma virtude).

Nessa data aonde você completa e ganha a versão 5.0, que é muito especial,espero que a mesma venha com as mesmas virtudes, assessórios da versão antiga.

Tenho a alegria de compartilhar da sua amizade bem como da família como um todo e considero-me um felizardo.
A única coisa que sinto falta, como já te falei, é não ter tido a oportunidade de ver você ser o treinador da Bianca e do Lucas, o que seria uma honra para mim e uma felicidade para eles.

Vivemos momentos de muita satisfação e momentos de extrema incerteza desde que nos conhecemos, mas você sempre soube levar a coisa de uma forma tranquila e serena, achando as soluções e ouvindo os conselhos e opiniões que as vezes eu tinha a honra de poder contribuir.

Parabéns pela data, muita alegria, saúde e felicidade para você e aproveite todos os segundos da vida com esta família maravilhosa.

Obrigado por considerar-me um amigo, o que me deixa muito feliz.
Abraços,

Rochinha, Paula, Lucas e Bianca

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AQUELE ABRAÇO!

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PEÃO QUERIDO

Hê, hê, hê, Môurinho!

Meu querido Peão!

Antigamente a gente pensava que nunca ia fazer 50, né? E de repente: buf! Tamo tudo chegando lá!
Mas posso te garantir que só melhora. Quaaase tudo.
E a sua vida deve estar das melhores, né. Afinal você conseguiu uma esposa muito especial e tiveram uma filha maravilhosa. Isso é praticamente tudo o que todo mundo busca sem saber. E você só conseguiu isso por que você é uma pessoa maravilhosa, iluminada, especial.
Daqui de longe, sem muito papo, mas com os olhos e ouvidos atentos a gente se acompanha torcendo e incentivando, mesmo que com poucas palavras. Nossa convivência foi assim, né. Acho que entre nós faltam alguns abraços. Mas eles ainda virão.
Estávamos prontinhos pra ir aí começar a resgatá-los. Mas a vida nos leva como ela quer e, infelizmente, vão se acumular mais alguns para breve, eu espero. Pois estávamos já com as reservas feitas, mas vamos ter de acompanhar o Mateus numa cirurgia. Mas estaremos aí, como sempre estivemos dentro do coração.
E chegou sua vez de virar 50tão. Agora, nós outros, vamos ter de te esperar nos 60! Vamos nos encontrar lá daqui a pouco.
Pra você nosso beijo com muito carinho e desejo de que continues arrebentando por aí e por esse mundo adentroafora!

Marcos, Fátima e Mateus

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ISED

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